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Você já deve ter ouvido falar que durante as primeiras 16 semanas de gravidez, é aconselhável não usar tinturas para cabelo nem se submeter a tratamentos de beleza muito químicos. Esse cuidado deve ser tomado porque o couro cabeludo é uma região bastante vascularizada, o que facilita a entrada da química da tintura na corrente sanguínea. A modelo Andressa Suita, grávida do primogênito de Gusttavo Lima, tem tomado esse cuidado ao mostrar a raiz do cabelo bem mais aparente nos últimos dias.

Qual o risco real?

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Substâncias como amônia, benzeno e iodo podem ter efeito tóxico para o bebê, ainda que não haja pesquisas sólidas que indiquem com certeza se as tinturas para cabelo são ou não prejudiciais ao feto durante a gravidez, ou de fato absorvidas pelo corpo da gestante.

De qualquer forma, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) alerta, em suas resoluções, que alguns ingredientes devem ser evitados durante a gestação. E, o mais importante, que o médico que acompanha a mulher no pré-natal seja consultado sobre eles. Assim sendo, a maioria das gestantes tenta esperar o máximo possível para voltar a pintar os cabelos antes de expor sua saúde e a do bebê em risco.

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É que a maioria dos especialistas obstetras aconselha que não se tinja os cabelos pelo menos no primeiro trimestre da gestação, por esta ser uma fase de maior formação dos tecidos e órgãos fetais. A partir do segundo trimestre, porém, alguns obstetras permitem que a tintura seja feita sem amônia ou metais pesados.

Como alternativa, os tonalizantes que têm curta duração, luzes e reflexos por serem produtos que quase não tocam o couro cabeludo, podem ser aplicados a partir da segunda metade da gravidez com maior segurança. Também é bastante aconselhável a coloração com hena pura, que parece não ter influência sobre o desenvolvimento fetal.

Bom Dia😊| Mais uma fotinha do evento de ontem🙋🏼 📸 @samvaladarez

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Porém, mais uma vez, tudo vai depender do médico: há quem não libere nem no comprimento, justificando que não só o contato da substância com a pele preocupa. A inalação durante o processo pode prejudicar não só a criança, como o sistema imunológico da mãe, embora também não exista comprovação científica.

(Vimos em vix.com)